Capacitação na Saúde debate Ética e Acolhimento



 

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O Governo de Manhuaçu, por meio da Secretaria de Saúde, promoveu esta semana um encontro de capacitação que teve como tema “Acolhimento e Ética”. Direcionado aos profissionais das equipes de ESF – Estratégia de Saúde da Família e do NASF – Núcleo de Apoio à Saúde da Família, encontro foi realizado na terça-feira, 03, no Auditório da Câmara de Vereadores.
 
A coordenadora de Atenção Primária da Secretaria de Saúde, Adriana Verly, informou que as capacitações envolvendo os profissionais de saúde são constantes, sendo realizadas sempre uma vez por mês e com abordagens diferentes envolvendo todos os setores.
 
A capacitação contou com a participação de vários profissionais, abordando a ética profissional que indica como o indivíduo deve se comportar no âmbito da sua profissão, ou seja, valores morais, sigilo e postura. “No caso do acolhimento, nós dos ESFs somos a porta de entrada da saúde, então o acolhimento aqui é saber receber, escutar, construir um vínculo, oferecer uma atenção mais oportuna e eficaz, resolver, encaminhar e informar melhor o paciente” – enfatizou Adriana Verly.
 
A coordenadora da Atenção Primária, Adriana Verly destaca que as capacitações visam trazer informações para os profissionais e melhorar o atendimento à população. “A saúde da família já diz tudo, é o nosso objetivo, ter com o paciente um vínculo mais próximo para poder cuidar melhor. Eu vejo que nós melhoramos muito, temos profissionais excelentes, de ponta” – completou.
 
Relação profissional e trabalho
 
A capacitação foi feita por Silvana Werner Ferreira Fraga, técnica do núcleo de gestão da Regional de Saúde e referência em saúde bucal. Para ela é importante levar o profissional a pensar a sua relação com o trabalho. “A partir do momento que o profissional entende exatamente o papel dele, o trabalho rende mais, esse acolhimento acontece normalmente e todos ganham” - pontuou.
 
A representante da Diretoria Regional de Saúde, que tem sede em Manhumirim, falou também sobre a ideia de que o SUS é apenas para pobre. Para ela, todos são usuários do sistema, de uma maneira ou de outra. “Por exemplo, aquela pessoa que paga o plano de saúde particular, a padaria onde compra pão e o açougue onde compra carne são fiscalizados pela vigilância sanitária assim como a água que chega na torneira dela” – lembrou Silvana. “Ou seja, todos nós usamos o SUS e de uma maneira ou de outra os profissionais precisam estar capacitados para oferecer esse serviço”.
 
A capacitação dos profissionais deve ser uma dinâmica constante, segundo Silvana Werner, destacando que ninguém sabe de tudo o tempo todo e a cada dia surgem situações novas. “Um exemplo é que há oito meses ninguém ouvia falar de zika, então essas capacitações são muito importantes para acompanhar esse processo evolutivo que o mundo está inserido e que a saúde como um todo precisa se inserir para cuidar dos seus cidadãos” – completou.
 
Secretaria de Comunicação Social de Manhuaçu













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