Carreta Bi trem é flagrada com mais de 40 mil quilos de excesso de peso em Realeza



 

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Durante patrulhamento na BR 262 a Polícia rodoviária Federal flagrou uma carreta bi trem carregando blocos de granito. Ao perceberem uma irregularidade na amarração da carga, o veículo foi abordado. A ação ocorreu no sábado, 03/06, por volta de meia noite.
 
O policial rodoviário federal Edson Rhodes, disse que para surpresa da equipe, além da irregularidade, foi constatado carga em excesso de peso, o que pode causar acidentes e acarretar problemas no piso das rodovias.
 
“O veículo foi detectado de forma visual, transportando 4 blocos de pedra, um conjunto bi trem. Verificamos nessa abordagem que essa carga estava sem a devida amarração com correntes, conforme determina a resolução pertinente ao transporte de bloco de pedra”, explica o PRF Rhodes. “Conduzimos o veículo para conferência numa balança credenciada que existe nas proximidades de realeza e ao fazermos a primeira pesagem, não foi possível apurar o peso real haja vista que a balança tem o limite de 100 mil kilos e esse limite foi ultrapassado”, conta o policial.
 
Assim, a carreta foi desatrelada e levada a uma balança credenciada próxima. “Só assim nós pudemos apurar o peso do conjunto que após a pesagem constatamos um percentual de excesso de peso de 43 mil kilos”
 
A fiscalização neste tipo de veículo é uma constante no dia a dia da PRF, o que tem contribuído para a diminuição desta prática. “Isso é extremamente maléfico para a rodovia. O piso onde esse veículo passa, uma vez que o peso concentrado danifica o asfalto. Mas o perigo maior está veiculado aos acidentes. Essas cargas tem um peso concentrado muito grande, e uma vez que não estão devidamente amarradas e com excesso de peso e o risco de acidente é muito grande somada a incapacidade de frenagem do veículo”, completa o policial.
 
A PRF vem fazendo o combate ininterrupto a este tipo de prática, uma vez que somos vizinhos do Estado do Espírito Santo, e existe aqui (em MG) uma grade quantidade de serraria de blocos. Então essa peças vem de outros Estados para serem serradas no ES, e por sua vez voltam em forma de chapas para outros Estados que também são transportadas, na sua maioria das vezes, com excesso de peso. Estamos fazendo o combate para que ela diminua o máximo possível, e que a gente minimize o máximo de acidentes e o dano a rodovia. E vem diminuindo sim a incidência desse tipo de transporte.”, finaliza Rhodes.
 
Tribuna do Leste
 
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