Perigo à vista na Avenida Salime Nacif



 

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Muitas pessoas passam pela Avenida Salime Nacif e não percebem o risco iminente. Outras são obrigadas a dividir o espaço com os carros, entulho e um alambrado de proteção que impede que a terra invada o mínimo que se tem de espaço para o pedestre.

Em data pretérita, o local foi considerado pelos órgãos fiscalizadores, como sendo de risco iminente de deslizamento, devido a uma escavação e remoção de pedras. O empreendimento foi embargado, para evitar uma catástrofe.  Mas, tudo ficou esquecido e, agora os moradores e comerciantes das proximidades cobram um posicionamento dos órgãos competentes, bem como seja feita uma calçada que ofereça o mínimo de comodidade para os pedestres passarem com mais segurança. A todo o momento, pedestres são obrigados a disputar o espaço com veículos que passam em velocidade relativa. Com isso, a integridade física das pessoas fica ameaçada.

O cabeleireiro Evanir conta que está impossível conviver com uma situação tão tenebrosa e, a falta de vontade dos órgãos em solucionar o problema. Segundo ele, crianças e adultos passam entre carros e a proteção e, às vezes se arriscam serem atropelados.  "Uma calçada (passeio) atende as nossas necessidades. Pedimos também que a Defesa Civil faça uma visita ao local, a fim de detectar qualquer irregularidade e agir se necessário for", destaca Evanir. Outro pedido do morador é a instalação de uma lixeira, para evitar que as pessoas fiquem jogando o lixo no local, para evitar mau cheiro que incomoda as pessoas que trabalham nas imediações.

A falta da calçada e entulho amontoado traz insegurança aos pedestres. O lote abandonado possibilita o aparecimento de ratos, baratas e outros tipos de insetos (foto: Eduardo Satil)O morador Valdir Fantoni também expressa sua preocupação com relação ao lote vago, que traz muitos problemas. Ele ressalta que, ao ver os pedestres sempre deixando o passeio para passar na rua, correm risco de serem vítimas de atropelamento.

Ele denuncia que o alambrado colocado no ano passado, já caiu por duas vezes sobre carros, que ficam parados no local.  Fantoni chama a atenção quanto ao reflexo negativo que as pessoas de fora levam da cidade, pois, considera-se ali um cartão de chegada, já que hotel de luxo e comércio forte está bem próximo. "Nós estamos tendo a insegurança como companheira a todo o momento. Quando a gente passa nesse trecho, somos obrigados a deixar o espaço que seria a calçada, para disputarmos o lugar com os carros", detalha Valdir Fantoni, na esperança de que ações imediatas serão tomadas para evitar situações piores. Ele alerta até mesmo para um possível deslizamento e invasão da via, já que o alambrado não está suportando o peso da terra, que se encontra debaixo da vegetação.
                                    
Eduardo Satil














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