Sócio proprietário de prédio em que funcionavam aulas do Monsenhor faz esclarecimentos



 

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O sócio proprietário do Edifício Benfica, Antônio Carlos Pires, situado à Rua Antônio Wellerson, no Centro de Manhuaçu, onde funcionava algumas turmas da Escola Estadual Monsenhor Gonzalez fez esclarecimentos sobre a saída das turmas do prédio e falou sobre as condições atuais da edificação.

Antônio Pires entrou em contato com o Manhuacu.com e disse estar constrangido devido ao comentário gerado sobre as condições do prédio. “Venho a público transmitir que me sinto constrangido por certas conversas e até atitudes de autoridades a respeito do prédio onde funcionava por mais de seis anos algumas salas da Escola Estadual Monsenhor Gonsalez.  A escola sempre funcionou sem qualquer problema até alguns dias, que foi fechada de uma maneira um pouco delicada a pedido da superintendência. Digo pouco delicada pois, vencido o contrato, o locador foi chamado para assinar um novo. Dias depois, foi chamado novamente para assinar o destrato uma vez que o Estado queria unir os dois contratos que havia. Com isso o resultado foi abandonar o prédio”, detalhou o sócio proprietário.

Antônio ainda acrescentou: “Venho a público, pois surgiram boatos que o prédio iria cair e os alunos não tinham segurança. Esclarecendo ainda que o locador foi intimado a colocar telas nas varandas bem como um interfone para que fossem conhecidas as pessoas que entrassem no referido prédio. Tudo feito conforme o pedido, despesa essa que ficou perdida”, informou.

Salas onde funcionavam as aulas da escola na parte interior do prédio (foto: Geilson Dangelo)

O sócio proprietário do prédio ainda destacou outros pontos: “Esclareço ainda que foi pedido uma planta do elevador que estava sendo colocado. Não sabendo pra que finalidade uma vez que o contrato era velho. Esclareço também que o elevador foi projetado há mais de 40 anos quando foi feita a planta do prédio pelos engenheiros do DNER da cidade de Ponte Nova, técnico mais próximo da época, sendo que somente agora foi efetivada sua implantação, precisamente para atender ao público,  que hoje é mais exigente e o poder público exige que suas locações tenham rampa ou elevador”, disse.

Proprietário disse que perdeu investimentos já que colocou telas e interforne para segurança das crianças (foto: Geilson Dangelo)Antônio Pires ainda informou que os engenheiros responsáveis são os dos fabricantes e montadoras – GRU –LA, situada em Curitiba, e também há um engenheiro da cidade no encargo da assistência civil.

“Lastimo que os alunos tenham ficado sem aula sem que outro local tivesse sido locado antes. Premia-se alguém que encontre sombra de trinca nas vigas ou colunas no prédio de 40 anos e lastima-se o boato e lembro que já aconteceu há anos em outro prédio culminando com a saída do INSS do centro da cidade. No local está instalada uma loja em uma área de 1000 m2”, concluiu o sócio proprietário.

Geilson Dangelo














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