Vacinação contra poliomielite e sarampo começou neste sábado



 

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O Dia D de mobilização para a vacinação contra a paralisia infantil e o sarampo tem como objetivo manter a erradicação da poliomielite e garantir a eliminação do sarampo no Brasil. As vacinações são gratuitas.

Começou neste sábado, 8/11, a Campanha Nacional de Vacinação contra a poliomielite e o sarampo. A campanha vai até o dia 28 deste mês e haverá um novo Dia D, em 22 de novembro, com o objetivo de reforçar o alcance da mobilização. Todas as unidades das Estratégias de Saúde da Família (ESF’s) do município e distritos, Casa Azul/Policlínica e Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Pedregal, estarão abertas das 8h às 17 horas. De acordo com a coordenadora de Vigilância em Saúde, Maria Cristina Caldeira, cerca de 5.921 crianças devem ser vacinadas contra a poliomielite e 5.255 contra o sarampo.

No caso da poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, devem ser vacinadas crianças de 6 meses a 5 anos incompletos. A recomendação do Ministério da Saúde é de que todas as crianças na faixa etária da campanha sejam vacinadas, pois a Vacina Oral Poliomielite (VOP) vale tanto para colocar em dia a vacinação atrasada como para reforço de quem está com o calendário em dia. A Vacina Inativada Poliomielite (VIP), utilizada no início de esquema de vacinação, também estará disponível para crianças com o calendário atrasado, ou seja, que não iniciaram o esquema de vacinação com as duas primeiras doses injetáveis, aos dois e quatro meses de idade.

Na vacinação contra o sarampo, a faixa etária indicada é de 1 ano a 5 anos incompletos. Para isso, o Ministério da Saúde distribuirá mais de 11,8 milhões de doses da vacina tríplice viral, que além de imunizar contra o sarampo, também garante a proteção contra a rubéola e a caxumba.

Maria Cristina incentiva população a levarem seus filhos para prevenir essas doenças. “Levem seus filhos para se vacinar em um posto de saúde para se proteger contra essas duas doenças. Precisamos desse reforço para que elas não voltem a circular no país e a causar mortes e sofrimento a nossas crianças”.

Secretaria de Comunicação Social de Manhuaçu














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